home Capa Nos últimos dois anos, Hugol já captou 120 órgãos e tecidos para doação

Nos últimos dois anos, Hugol já captou 120 órgãos e tecidos para doação

Como ação integrante do Setembro Verde, o Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) recebeu nessa segunda-feira, 25, a exposição fotográfica “Doar o melhor de si”, disposta no corredor principal do hospital, despertando o interesse de visitantes e colaboradores sobre o tema.

A exposição é uma iniciativa da Central de Transplantes de Goiás e do Centro Universitário Alfa, que tem por objetivo conscientizar sobre a importância da doação de órgãos. A exposição busca demonstrar, em fotos e frases, as histórias de pessoas que passaram pela situação de ter nas mãos a decisão de doar, e de pacientes que receberam ou aguardam na fila do transplante.

O Hugol também realizou uma blitz educativa com colaboradores e visitantes através da sua Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes, em parceria com a Central de Transplantes do Estado de Goiás.

O encarregado do almoxarifado do hospital, Welker Teixeira, que foi orientado durante a blitz, explica que “esse trabalho de orientação é muito válido, pois é importante abrir a discussão, aqui e também com nossas famílias. A forma como o Hugol acolhe os pacientes e seus familiares contribuem para que, mesmo no momento de dor, possam decidir por salvar vidas através da doação”, refletiu.

Em alusão ao mês de conscientização para a importância da doação de órgãos e tecidos, o Hugol iluminou sua fachada na cor do “Setembro Verde”.

Estatísticas

Nesses 24 meses de funcionamento do hospital, de julho de 2015 a junho de 2017, 120 órgãos e tecidos foram doados, em histórias que misturam a dor da perda para uma família, e a alegria do recomeço para outras. Dr. Hélio Ponciano Trevenzol, Diretor Geral do Hugol, ressaltou o compromisso do hospital em salvar vidas por meio da parceria efetiva com a Central de Transplantes, que tem sido ampliada.

“Mesmo com equipamentos modernos, estrutura de grande porte e profissionais capacitados, alguns pacientes não conseguem se recuperar e fatalmente vão a óbito. É nessa hora que surge a segunda chance de salvar vidas: com a autorização das famílias dos pacientes desses casos irreversíveis, é possível captar órgãos e tecidos e transplantá-los em outras pessoas que esperam ansiosas por mais uma oportunidade de viver”, explica o médico.

Assessoria de Comunicação do Hugol

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